terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Redução de Custos – Melhorar a Remuneração

A estratégia de crescimento de empresas precisa incluir uma política clara e objetiva de remuneração a funcionários. Um administrador lida, com frequência, com o dilema de reduzir a folha salarial de sua empresa. Cortar traz alívio imediato às finanças, mas, no longo prazo, pode significar perda de competitividade.

Esse tipo de estratégia é um tiro no pé, principalmente em setores que lidam diretamente com o consumidor, como varejo e serviços.

Faz parte da rotina de qualquer gestor de empresa comandar uma reestruturação para reduzir custos. O caminho mais fácil é cortar empregos e salários, mas isso costuma derrubar a produtividade no longo prazo. Por isso, é imprescindível que a companhia busque a excelência operacional.

No caso do varejo, uma área que eu estudo com mais ênfase, é preciso tomar decisões difíceis, como reduzir a oferta de produtos ou até mesmo o horário de funcionamento das lojas. Piorar a remuneração dos funcionários, só em último caso. Quem paga bem costuma vender mais e melhor.

Existe uma falsa sabedoria de que a melhor e talvez única maneira de oferecer os preços mais baixos e ser rentável é pela via do enxugamento total de custos. E isso passa pelos salários. O que é preciso saber, porém, é que um empregado bem remunerado é também mais comprometido com o bom desempenho da empresa.

Muitas companhias dizem que seus funcionários são seu maior patrimônio, mas poucas colocam essa filosofia em prática. Para setores que lidam diretamente com o consumidor, investimento em recursos humanos e um bom atendimento são indissociáveis.

Uma das grandes razões da economia ser tão ruim é que as grandes empresas estão acumulando dinheiro e "maximizando os lucros", em vez de investir em seu povo e projetos futuros.

Se os trabalhadores não são pagos decentemente, eles não podem gastar muito dinheiro comprando produtos e serviços. E quando não podem comprar produtos e serviços, as empresas que vendem produtos e serviços não podem crescer. Assim, a obsessão de lucro de grandes empresas é, ironicamente, prejudicando sua capacidade de acelerar o crescimento da receita.

Uma solução óbvia para este problema é para as grandes empresas a pagar as suas pessoas mais - para compartilhar mais da vasta riqueza que eles criam com as pessoas que criam.

As empresas têm margens de lucro recorde, para que eles possam certamente dar ao luxo de fazer isso. Mas, infelizmente, ao longo das últimas décadas, o que começou como um esforço saudável e necessário para tornar as nossas empresas mais eficientes evoluiu para um consenso deformado que o único valor que as empresas criam é financeiro (dinheiro) e que os únicos gerentes e proprietários nunca deve se preocupar é fazer mais do mesmo.

Este ponto de vista é um insulto a quem já sonhou em ter um emprego que é mais do que dinheiro. E é uma visão míope e destrutiva do capitalismo, um sistema econômico que não sustenta apenas neste país, mas a maioria dos países do mundo.

Este ponto de vista tornou-se profundamente enraizada, apesar de tudo.

Hoje em dia, se você sugerir que grandes empresas devem servir vários círculos eleitorais (clientes, funcionários e acionistas) e que empresas devem compartilhar mais de sua riqueza com as pessoas que os geram (funcionários), você é chamado de "socialista". Você se chamou de "liberal". Você fica informado de que você "não entende de economia." Você começa acusado de promover o "confisco de riqueza. "Você fica informado de que, as pessoas são pagas pelo que elas merecem receber." Conseguir um emprego melhor" Qualquer um que quer mais dinheiro deve sair e "começar a sua própria empresa" ou "exigir um aumento" ou...

...Em outras palavras, você é informado de que qualquer um que sugere que as grandes empresas devem compartilhar o valor que eles criam com os três círculos eleitorais em vez de apenas forrar os bolsos dos acionistas é um idiota.

Afinal, essas pessoas dizem, uma lei do capitalismo é que os empregadores pagam aos seus empregados o mínimo possível. Os funcionários são apenas "os custos." Você deve tentar minimizar esses "custos", sempre e sempre que puder.

Este ponto de vista, infelizmente, não é apenas egoísta e degradante. Também é economicamente estúpido. Os "custos" que você está minimizando (empregados) também são clientes atuais e potenciais para a sua empresa e outras empresas. E quanto menos dinheiro que eles têm, menos produtos e serviços que eles vão comprar.

Obviamente, as pessoas que possuem e dirigem grandes corporações querem fazer tão bem quanto eles podem por si mesmos. Mas o ponto-chave é:

Não é uma lei que pagam seus funcionários o mínimo possível?

É uma opção?

É uma escolha feita por gerentes e proprietários que querem manter o maior percentual possível de riqueza de uma empresa por si?

É, em outras palavras, uma escolha egoísta.

É uma escolha que revela que, independentemente do que eles dizem sobre o quanto eles valorizam seus funcionários, independentemente do que eufemismo que usam para descrever seus empregados ("associados", "parceiros", "representação", "team-Membro"), eles, na verdade, não dão a mínima para seus empregados.

Estes gerentes e proprietários, afinal de contas, estão ganhando lucros recordes, enquanto a escolha de pagar seus empregados tão pouco em muitos casos, que os funcionários têm de viver na pobreza.

E os dirigentes e proprietários adicionar insulto à injúria, culpando os funcionários para isso: "Se eles querem receber mais, eles devem começar a sua própria empresa ou conseguir um emprego melhor.".

Não é nenhum mistério por que os gerentes e proprietários descreve a decisão de pagar os funcionários tão pouco quanto possível, como uma "lei do capitalismo": porque isso mascara o fato de que eles estão fazendo uma escolha.

Mas é uma escolha?

É importante ressaltar que, se as grandes empresas estavam lutando para ganhar dinheiro, como eram no início de 1980, nós não estaríamos tendo esta conversa. Mesmo grandes empresas só foram ganhar lucros médios, isso não seria um problema. Mas a "eficiência" e "valor para o acionista" da unidade, que começou na década de 1980 já foi longe demais para o outro lado.

Os lucros das empresas e as margens de lucro estão em uma alta de todos os tempos as empresas s estão fazendo mais dinheiro e mais por real de vendas do que nunca antes.. Ponto final. Isso significa que as empresas têm oceanos de dinheiro para investir. Mas eles não estão investindo. Porque eles são muito avessos ao risco, o lucro-obcecado, e de curto prazo ganancioso.

A parcela de nossa renda nacional que as empresas estão a partilhar com as pessoas que fazem o trabalho ("trabalho") está em um baixo de todos os tempos. O resto da nossa renda nacional, naturalmente, vai para os proprietários e gerentes seniores. ("capital"), que têm melhor hoje do que já tinha antes.

Em suma, a obsessão com a "maximização dos lucros a curto prazo" que se desenvolveu na nos últimos anos criou uma cultura empresarial em que os executivos dançam ao som de traders de curto prazo e os relatórios trimestrais de lucros, em vez de equilibrar o valor criado para os funcionários, clientes e proprietários de longo prazo.

Se um consumidor é mal atendido, isso prova que o investimento nos empregados é baixo. Além do salário, é preciso treinar, dar promoções e oferecer uma carga horária que permita atividades fora do trabalho.

As empresas que pagam mais também esperam mais de seus funcionários. E a boa notícia é que, normalmente, os funcionários topam esse desafio.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Redução de Custos – Livros sobre Custos Hospitalares

As informações de custo são importantes para a tomada de decisão e solução de problemas, por que não temos o hábito ou costume de utilizá-las no dia-a-dia? É verdade, gerenciar dá trabalho. Planejar também dá trabalho. O que temos que fazer é buscar ferramentas e informações para facilitar o planejamento. Como disponibilizar as informações para o planejamento e controle tão logo os dados sejam lançados? Este artigo propõe a indicação de livros como ferramentas facilitadoras.

Não, não é difícil. Lidar com as informações de custo é simples e importante. O planejamento e controle dá trabalho, mas apenas no começo, pois será uma novidade para quem nunca fez. Entretanto, a prática e o aprendizado serão úteis em nossas vidas para sempre. O inicio da aprendizagem é mais desafiador.
É como andar de bicicleta. No inicio, temos dificuldades para equilibrar, não raro algumas quedas, mas depois, o equilíbrio torna-se fácil e automático.
No mercado existem alguns livros que ajudará ao Gestor na área de saúde e hospital a um melhor planejamento e controle de gastos permitindo o uso otimizado de recursos, promovendo a entrega de um melhor serviço a um maior numero de pessoas.
Obs.: Para maiores informações e aquisição dos livros, clicar sobre a capa do livro.

UMA TRANSFORMAÇAO NA SAUDE, - COMO REDUZIR CUSTOS E OFERECER UM ATENDIMENTO INOVADOR.
'Uma transformação na Saúde' procura descrever a jornada do grupo ThedaCare na assistência lean à saúde, um projeto que visou a eliminar erros, melhorar os resultados para os pacientes, recuperar o moral dos funcionários e economizar, sem demissões em massa. Os autores buscam utilizar uma linguagem simples e exemplos da vida real para explicar a assistência lean à saúde - não como teoria, mas como um sistema de trabalho baseado em princípios de gerenciamento lean adaptados da indústria e aplicáveis por qualquer provedor de assistência à saúde.


Gestão de Custos e Resultados na Saúde
O livro oferece aos profissionais da área médica um guia com os principais temas para a estruturação de custos e modelos gerenciais para avaliação de desempenho de negócios relacionados à saúde. A abordagem prioriza a realidade de hospitais conveniados ao SUS (Sistema Único de Saúde), de planos de saúde e de centros médicos particulares.




Tecnologia de Informação para Gestão de Custos e Resultado no Hospital
O motivo principal desta obra é demonstrar que há uma relação entre a melhoria de qualidade no atendimento e a consequente redução de custos. Para implantar um modelo funcional de gestão de custos e resultados, deve-se iniciar com mudanças organizacionais nos processos desenvolvidos e na identificação e captação dos dados imprescindíveis tanto para a melhoria de qualidade como para a implantação de um modelo informatizado de gestão de custos e resultados. Para isto, o livro procura apresentar o Grupo Gestor de Custos, indicando sua composição e responsabilidades. O Grupo deve ser o elemento para implantar uma conscientização de custos via melhoria da qualidade na mente de todos que prestam serviços no hospital. A apuração de custos não existe como finalidade em si, mas como um indicador de onde melhoria pode trazer benefícios para os pacientes e para o hospital. A obra tenta apresentar uma visão mais prática não somente para implantação, mas também para a gestão de custos e resultados através dos diversos relatórios produzidos pelo sistema.

Manual de Custos de Instituições de Saúde
Este livro mostra dois sistemas de custos utilizados no Hospital Universitário de Porto Alegre e no Hospital Nacional Cayetano Heredia, em Lima (Peru). Uma aplicação prática do sistema ABC (Activity Based Costing - Custeio Baseado em Atividades) no Processo Maternidade de um hospital em São Paulo e um estudo exploratório da aplicação do ABC no processo de atendimento ao paciente de câncer marca uma nova etapa na gestão de custos da instituição de saúde.


Gestão Financeira e de Custos Em Hospitais
Este livro apresenta uma síntese dos resultados de diversas pesquisas realizadas pelo autor, juntamente com sua equipe de pesquisadores, com o objetivo de descrever e analisar a gestão financeira de organizações hospitalares, principalmente públicas e filantrópicas, no que se refere à eficiência em obtenção, aplicação e controle de recursos. O leitor encontrará neste livro importantes aspectos, como:
- os principais fatores econômico-financeiros que influenciam a gestão financeira de hospitais;
- as ferramentas gerenciais e as iniciativas desenvolvidas nos hospitais para subsidiar o processo de tomada de decisões financeiras;
- descrição e análise do processo de apuração e gestão dos custos hospitalares;
- verificação das informações de custos disponibilizadas pelos sistemas de informações (SIs) para satisfazer as necessidades dos gestores financeiros de hospitais; e
- discussão sobre a utilização do sistema de custeio baseado em atividades (ABC, do inglês Activity-Based Costing) como ferramenta para a gestão financeira de hospitais.
Obra de relevante interesse para profissionais da área financeira, gestores de hospitais, alunos e pesquisadores interessados na temática de gestão de custos hospitalares.

GESTAO HOSPITALAR - OS CUSTOS MEDICO-ASSISTENCIAIS
Este livro, dirigido a técnicos e administradores da saúde, foi escrito por um médico envolvido com a gestão de custos médico-assistenciais. Essencialmente, a obra pretende estabelecer o seguinte - como se dá o consumo na relação hospitalar médico-paciente; orientar para a qualificação dos serviços médico-hospitalares, a partir da compreensão do consumo no âmbito hospitalar; como orientar os serviços médico-hospitalares para a otimização do consumo hospitalar; como dirigir as negociações com fontes pagadoras para otimizar recursos.


GESTAO DE CUSTOS HOSPITALARES
TECNICAS, ANALISE E TOMADA DE DECISAO 

O leitor poderá encontrar neste livro, técnicas, análise e tomada de decisão - uma referência conceitual aplicada às necessidades de aprimoramento do nível de administração dos recursos utilizados nas operações de uma instituição de saúde.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Redução de Custos – Terceirização de Serviço

Com o cenário de falta de recursos para empresas nascentes investirem em infraestrutura própria ou mesmo para empresas jovens profissionalizarem processos, entra em cena como alternativa a terceirização de serviços qualificados, também chamado de outsourcing.

O mercado de terceirização de contact center é um dos setores que mais cresce no Brasil. De acordo com dados do Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos (Sintelmark) são cerca de 1,4 milhão de operadores em todo o Brasil e 550 mil só em empresas terceirizadas. Outro dado interessante é que 45% dos operadores trabalham com serviço de atendimento ao cliente (SAC).

Um exemplo prático? Em vez de comprar uma rede de computadores, é possível pagar um valor mensal e receber um conjunto de máquinas funcionando com softwares e manutenção incluídos. Ou, no lugar de contratar um gerente administrativo a um alto salário, contar com uma empresa de gestão. Em alguns casos, a redução de custos chega a 50%.
A contratação de terceiros é encarada como um caminho sem volta. Por este trajeto as empresas conseguem organizar-se através de mudanças culturais e sistêmicas, o que garante resultados e motivação do corpo funcional.

É vantagem porque é mais negócio. A empresa acaba voltando para seu foco principal, otimizando seus recursos próprios. A terceirização deixa a empresa mais ágil. A empresa só deve terceirizar tarefas secundárias. Se a atividade principal é estratégica, muito especializada, há alto custo e baixo volume, então faça dentro de casa. 

Segundo um levantamento pelo CIP - Centro de Inteligência Padrão, publicado no Anuário Brasileiro de Relacionamento com o Consumidor, com 37 empresas que mantêm operações internalizadas, terceirizadas ou ambas, 65% delas relataram que possuem operações de contact center internalizadas. Este dado vai ao encontro dos resultados de um estudo realizado recentemente pela E-Consulting para a revista Consumidor Moderno, segundo o qual o crescimento das operações internalizadas é maior que o das terceirizadas pelo segundo ano consecutivo, respectivamente, 14,49% e 13,5%. E que isto aponta para uma tendência que vem ocorrendo no setor.

Uma parcela das empresas que optaram por manter a operação internalizada afirmou que essa decisão foi tomada por acreditarem que essa modalidade permite ajustes mais rápidos nos processos e contribui para esclarecer dúvidas ou resolver problemas mais rapidamente, já que a interação com outras áreas também é mais rápida. A satisfação do cliente também foi citada pelas empresas que mantêm operações internas. Para elas, mesmo que o custo seja maior, a possibilidade de cativar o cliente com um bom atendimento é levada em consideração.

Do outro lado da mesa, as empresas mantêm operações terceirizadas. Basicamente, a decisão em terceirizar a operação é estratégica e visa diminuir custos. Em alguns casos, como vimos acima, empresas trabalham com os dois modelos simultaneamente, mas isso não quer dizer que a escolha por uma empresa que preste este serviço seja fácil. Das empresas analisadas, 61% já trocaram de fornecedor e 23% o fizeram nos últimos dois anos. Um dado positivo é que 77% das empresas estão satisfeitas com o serviço prestado pelo parceiro atual. Por outro lado, 33% pensam em trocar de fornecedor.

Terceirização pode expor informações confidenciais
Alguns riscos negativos da terceirização: entre os principais estão: a perda do controle gerencial, problemas de comunicação com o prestador do serviço e uma possível ameaça à segurança de informações internas, como salários e despesas.

Não se podem negligenciar os riscos. Há o aumento de conflitos ao ser administrado. Demissões podem ocorrer na fase inicial da implantação, porque vai reduzir os custos. Todo o processo é uma mudança constante porque vai mexer em toda a estrutura de poder da empresa. Por isso, é importante fazer a escolha certa, bem estudada e criteriosa. 
Como medidas de prevenção, o empresário deve elaborar um contrato detalhado, com tipo de serviço prestado, qualidade, tempo de execução, cláusulas rígidas para proteger as informações confidenciais e rescisão, caso não seja entregue o serviço esperado.
Sem querer parecer clichê, mas a terceirização é como um casamento, um contrato entre duas partes interessadas. As virtudes precisam se sobressair aos pequenos problemas.


Terceirização de Know-how
Dentro do mercado, o setor possui uma crescente busca pela especialização em fazer a movimentação financeira, pagamentos, recebimento de notas e entrega de balanços. É vantajosa para as empresas contratarem um serviço especializado em gestão e contabilidade, área que geralmente é desconhecido pelos empreendedores.
Há muitos casos em que o empresário não possui uma estrutura para contar com um gerente em tempo integral e acaba optando por alguém de confiança, sem capacitação, para fazer o serviço.

Quem paga a conta?
Além disso, contratar uma empresa prestadora de serviços de contact center vai além do corte de custos em infraestrutura operacional e permite que a contratante possa desprender um foco maior no core business. Mas, afinal, quando uma companhia contrata o serviço de outra para que atenda seus consumidores, quais são as responsabilidades de uma e da outra?

A terceirização, levando em consideração apenas a redução dos custos com pessoas, resulta em serviços de baixa qualidade, pessoas não comprometidas com os objetivos da empresa, ausência de identidade entre os trabalhadores e a organização, ausência de comunicação efetiva entre a empresa e os funcionários terceirizados, desconfiança dos funcionários próprios em relação à forma como os terceiros são tratados (um dia eu também posso ser um terceiro), clientes insatisfeitos, riscos trabalhistas e fiscais entre outros. A terceirização precisa ser entendida na sua concepção original, que é retirar da empresa contratante os custos representados pelo esforço gerencial para com atividades que são acessórias ao negócio. Ao focar apenas na redução de custos, a empresa corre o risco de o tiro sair pela culatra, tornando-se mais problemas do que solução.

Um dos pontos mais cruciais para que a relação entre contratante e contratado seja bem sucedida e harmoniosa é Service Level Agreement, ou, em bom português, Acordo de Nível de Serviço. O SLA é um documento redigido pelas duas partes envolvidas que garante alguns requisitos mínimos para o atendimento ser considerado “de qualidade”. A designação costuma ser definida por indicadores específicos e metas relacionadas ao trabalho do contact center e pode abranger disponibilidade, problemas solucionados no primeiro contato, desistência nas chamadas entre outros KPIs (Key Performance Indicator ou Indicador-chave de desempenho) . O SLA também pode estabelecer multas no caso de descumprimento das metas, bônus quando os resultados superarem as expectativas e até a suspensão automática da prestação de serviços em casos extremos, como produtividade muito abaixo do esperado e estabelecido.


Mas, afinal, a quem compete a prestação de contas ao cliente no caso de uma venda mal feita ou um atendimento que tenha prejudicado o consumidor? Segundo o advogado especialista em Direito do Consumidor, Bernard Netto, os dois. “O consumidor poderá cobrar de um ou de um deles, ou de ambos. A responsabilidade entre os fornecedores poderá ser discutida entre eles posteriormente, mas, ao consumidor, respondem de forma solidária. A regra está no art. 18 do Código de Defesa do Consumidor”, explica.

Sugestão de Leitura:
A Moderna Administração Integrada - Abordagem Estruturada, Simples e de Baixo Custo
 
O conteúdo deste livro está sustentado por duas realidades: A afirmação de Peter Drucker, famoso guru da administração, de que “todas as partes da administração devem estar interligadas, formando um todo unitário; e, se em uma empresa essa situação não ocorre, é porque não se conhece, adequadamente, cada uma dessas partes, e nem se sabe trabalhar com elas de forma interligada”; A constatação – que deve ser de seu conhecimento – de que significativa parte das empresas não pratica o princípio da administração integrada, resultando numa administração complicada, repetitiva em seus atos, bem como cara em sua aplicação. Você vai perceber, ao longo da análise desta obra, que a administração integrada é algo relativamente simples e de fácil elaboração e aplicação, desde que se conheça a metodologia básica de desenvolvimento e implementação de cada instrumento administrativo da empresa, ou seja, só é possível você fazer interligações de partes da administração ou de instrumentos administrativos se conhecer, antecipadamente, como esses instrumentos administrativos devem ser desenvolvidos e operacionalizados; caso contrário, vai-se interligar o quê? Nesse momento, você percebe que existe outra importante contribuição decorrente da administração integrada, que é a natural identificação de “vazios” administrativos, que impedem a interligação entre as diversas partes da administração da empresa considerada.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Redução de Custos – Computação em Nuvem

A crescente adoção do modelo nas empresas não deixa dúvidas de que eles estão certos. Seja em grandes corporações ou em pequenas e médias empresas, a computação em nuvem se tornou uma importante aliada no combate à redução de custos e na otimização da gestão do ambiente de TI e dos negócios. Só em 2013, o uso da nuvem cresceu 74% no País, em relação ao ano anterior, e movimentou US$ 302 milhões – segundo estimativa da consultoria Frost & Sullivan.

Com um potencial de crescimento promissor, a Cloud Computing ainda trará grandes mudanças para o setor nos próximos tempos. Para o mercado de PME, no qual a necessidade de se manter competitivo é ainda mais urgente, a computação em nuvem apresenta importantes benefícios ao desenvolvimento do negócio.

Confira abaixo as principais vantagens da nuvem para as PMEs:

Segurança
Na computação em nuvem, o provedor é responsável pela segurança do data center onde as informações da empresa são armazenadas. Todos esses ambientes possuem segurança máxima, com tecnologias de ponta para combater possíveis ameaças e equipamentos especializados para proteger as instalações físicas.

Agilidade
Por ser um modelo de alta tecnologia, a computação em nuvem permite uma prestação de serviço mais rápida do que aquela que utiliza tecnologias mais tradicionais. Além disso, as tarefas de armazenamento e recuperação de informações são facilitadas.

Mobilidade
Com as informações centralizadas na internet, gestores e colaboradores podem acessar dados estratégicos de todas as áreas de negócio da empresa a qualquer hora, em qualquer lugar. Além de otimizar a rotina de trabalho no escritório, a nuvem também permite que funcionários trabalhem de forma remota, aumentando a produtividade.

Custo acessível
Ao contrário de outras soluções tecnológicas, a computação em nuvem possui um preço atrativo aos pequenos e médios negócios, já que custam menos do que manter uma infraestrutura própria. Ao hospedar as informações no data center, o pequeno empresário também diminui despesas com hardware e software.



Sugestão de Leitura:
Computação Em Nuvem - Cloud Computing - Tecnologias e Estratégias
 
O livro mostra que a computação moderna não está mais relacionada a dispositivos, mas sim como provedor de serviços, uma evolução natural que tanto os consumidores quanto as empresas estão ávidos por abraçar. O livro busca responder as dúvidas de profissionais experientes e inteligentes da área de TI sobre como a computação em nuvem pode ser incorporada em uma rede corporativa e é uma estrutura legítima para proporcionar aplicações corporativas. Para que haja uma interpretação correta, os autores retrocedem na história da computação de tempo compartilhado e no presente paralelo da virtualização e clusters.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Redução de Custos – Pensar Diferente!

A mensagem de hoje é uma proposta, um desafio! Passo a explicar. Sempre que saio de casa gosto de observar nas empresas, pessoas, como elas agem, as coisas que dizem, as suas expressões faciais, a forma como colocam o seu corpo. Reparo que um número bastante considerável parece não estar muito bem com a vida: resmungam, têm um ar triste, dizem coisas negativas, queixam-se, tratam com pouco respeito outras pessoas, entre outras coisas. Com o que ocuparão as suas mentes estas pessoas? Que pensamentos têm normalmente?

 Ao longo dos anos, no muito que tenho lido e aprendido, tenho testado teorias, linhas de pensamento e teorias da neurociência de forma que, a sua comprovação, fizeram de mim um crente.

É mesmo verdade que as coisas que eu penso determinam aquilo que eu sou? É a questão que proponho que se coloquem todos os dias ao acordar e ao deitar, tipo comprimido prescrito duas vezes ao dia.

Percebi que as pessoas que ocupam as suas mentes com projetos positivos que visam melhorar as suas vidas e as de outrem, que escolhem pensar em construir em vez de criticar são pessoas focadas nas soluções e embora sempre conscientes dos problemas recusam-se a embrulhar-se neles, são pessoas mais saudáveis, mais ágeis mentalmente, mais felizes, mais satisfeitas e, consequentemente POUPAM-SE mais porque se tratam melhor, agem no sentido do seu bem-estar geral, vivem de acordo com o bom senso, estão mais alerta, tomam melhores decisões.

E isto tem tudo a ver com Redução e Controle de Custos, tudo mesmo! Esta postura tem como base uma coisa fantástica: a consciência. É que, note bem, o otimista é aquele que consciente da crise, do problema qualquer que ele seja, do erro o olha de frente e analisa como visão de aprendiz, assume a responsabilidade no processo, percebe onde errou e o que deve corrigir sabendo que pode sempre fazer melhor. Agora aplique isto à sua profissão, aos seus relacionamentos, às suas finanças...

Se não está satisfeito com a vida que tem então mude-a! Pergunte-se: "O que posso fazer para resolver isto?" e tenha a certeza que a solução existe.

Na escola aprendemos, logo desde a 1ª classe que todos os problemas têm solução, certo? (Problema: O Manuel foi à mercearia e comprou 5 laranjas. Pelo caminho encontrou o João a quem deu uma e a caminho de casa teve fome e comeu outra. Com quantas ficou? R: (resposta ou resolução) ou S: (Solução).

Pense nisto: não se conseguem obter resultados diferentes fazendo as mesmas coisas de sempre! Arranje estratégias e vá afinando até encontrar a forma certa. Pelo caminho vá procurando saber, leia, informe-se, estude! Saiba que o nosso cérebro é elástico nos dois sentidos: se o alimentar de ideias, informação e sonhos ele cresce e adapta-se àquilo que lhe dá, mas também acontece que atrofia se não o fizer, tal qual um músculo que não é usado.

Quando subimos a uma prancha alta e lá em baixo está a água se ficarmos a pensar no que nos pode acontecer de mal o mais certo é não saltarmos porque o medo se apodera. Não pense muito: Salte!


ACEITA O DESAFIO?

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